Realengo

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    Realengo

 
  • Segundo pesquisa do Instituto Pereira Passos e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) de 2000 sobre o IDH dos bairros cariocas, Realengo ocupa a 89° (octogésima nona) posição na tabela.
    Realengo é um bairro localizado entre as serras da Pedra Branca e do Mendanha ao norte da denominada Zona Oeste do Rio de Janeiro, pertence e dá nome a XXXIII Região Administrativa qual envolve todo o entorno leste do bairro. Costuma apresentar as temperaturas mais altas da cidade, mesmo que as noites de inverno sejam freqüentemente frias devido à proximidade com as serras. Criado em 20 de novembro de 1815, todo ano nesse dia o seu aniversário é comemorado com a Semana de Realengo. Segundo a tradição popular, seu nome teria vindo da abreviação de Real Engenho qual era Real Eng°, afixada sobre as placas no topo dos bondes, e, com o passar do tempo, tornou-se popularmente Realengo. No entanto, outra origem vem da palavra "Terras Realengas", pois eram distantes da corte, como eram denominadas as terras da região. Dom Pedro I costumava ir para a fazenda de Santa Cruz pela Estrada Real de Santa Cruz, que passava pelo Real Engenho, onde muitas vezes pernoitou.
    Realengo ainda possui resquícios de mata atlântica que abrigam animais em extinção como Mico-Leão-Dourado, Tatu, Galinho da Serra, Arara Azul, Tietê-de-coroa, Tatu-peludo, Rã-bugio, e plantas como orquídea, bromélia e outras. No sub-bairro Barata existe uma subsede do Parque da Pedra Branca, porta para o Maciço da Pedra Branca. Inaugurada em 17 de outubro de 2009 pelo governador Sérgio Cabral, foram gastos R$ 786 mil em equipamentos, como reservatórios de água e cordas, nela também funciona um posto dos Bombeiros para manter a ordem na reserva.

  • História

    Comprovadamente, as denominadas Terras Realengas têm sua origem, segundo alguns historiadores, pela Carta Régia de 27 de Junho de 1814, através do qual Dom João, ainda príncipe, concedeu em sesmaria ao Senado da Câmara do Rio de Janeiro os terrenos situados em Campo Grande, chamados de realengos, porque advindos da conquista territorial pela descoberta do país se encontravam incompletos ao patrimônio real. A concessão das terras onde hoje é o bairro Realengo, central e periferia, foram destinadas apenas para servir de pastagem de gado bovino, fornecendo carne aos talhos (Açougues) da cidade. Estas terras foram proibidas de venda ou quaisquer outra forma de alienação obrigando-se a Câmara, por outro lado, a fazer medir e trazê-las limpas em condições de servir ao fim para que foram doadas pela mencionada carta régia.

    Localização no mapaO povoado de Realengo foi limitado pelo senado da Câmara do Rio de Janeiro, pela provisão de 18 de julho de 1814, tomando posse a coroa destas terras testadas para a estrada de Santa Cruz e com fundos de vinte braças no máximo. Apesar da proibição expressa de arrendamento, vendas ou quaisquer outras forma de alienação, a Câmara, a partir de certa época, valendo-se da carta régia de 27 de junho passou a aforar todos os terrenos concedidos, para isso fundamentou tais aforamentos a portaria de 20 de novembro de 1815 do príncipe regentem conhecida como aviso régio, de 20 de dezembro de 1815 que somente permitia o aforamento da parte que fazia testada para a estrada de Santa Cruz (e com fundos de 20 braças no máximo e não de todo Realengo).

    O bairro teve seus primeiros povoadores, escravos e emigrantes portugueses da Ilha dos Açores, por ordem do Príncipe Regente Dom João, futuro Dom João VI. Ao chegarem se dedicaram à agricultura para pastagem levando produtos como açúcar, rapadura, álcool e cachaça, pelo porto de Guaratiba. Pelas pesquisas, ao contrário das regiões que nos fazem limites, não houve só um engenho em Realengo; tudo era levado para sofrer processo de transformação em outras propriedades.

    Levando-se em conta a documentação oficial, considera-se a oficialização e criação de Realengo em 20 de novembro de 1815, daí a Semana de realengo.

    Em 1898 foi construída a fábrica de cartuchos do Exército no bairro conhecida como "Fábrica do Realengo de munição", desativa em 1978. Vieram então os conjuntos habitacionais do IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Industriários), conhecido por "coletivo", que serviria para os operários da fábrica.

    A partir da década de 1970 inicia-se a ocupação efetiva da região que perde o aspecto mais rural. São criados diversos conjuntos habitacionais para população de baixa renda, dentre eles destaca-se a Cohab, referência ao plano de habitação popular do BNH. Tradicionalmente na Historiografia, Realengo está associado à escola de formação de oficiais que se situa neste bairro, a Escola Militar de Realengo que teve papel importante à época do Tenentismo.

    Célebre na canção "Aquele Abraço" do cantor Gilberto Gil, o bairro ficou nacionalmente conhecido. Na verdade, mais que uma homenagem ao bairro, faz referência velada aos quartéis onde ele e outros artistas, como Caetano Veloso, estiveram presos durante a Ditadura Militar. A expressão "Aquele Abraço" foi originalmente usada como bordão de um programa de televisão pelo comediante Lilico, e era desta forma que os soldados saudavam Gilberto Gil.


  • Atrações do Bairro

    Colégio Pedro II
    Lona Cultural Gilberto Gil
    Cachoeira do Barata
    Vegetaçao
    Colégio Realengo
    Gastronomia
    Universidade Castelo Branco
    Arquitetura
    Faculdade São José
    Escola de Instrução Especializada (EsIE)
    Hospital Estadual Albert Schweitzer
    Escola Nossa Senhora do Carmo
    Maciço da Pedra Branca
    Escola Militar do Realengo
    Segurança
    IDH
  


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