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BAIRRO DO ENGENHO DE DENTRO |
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ENGENHO DE DENTRO Um bairro simples de passagem, localizado no subúrbio, dividido pela linha do trem.
Este bairro era caracterizado principalmente pelas oficinas de manutenção da rede ferroviária
federal assim como pelo hospital psiquiátrico PedroII, museu ferroviário e a escola de samba Arranco e para os mais antigos pelo bloco de carnaval da quarta feira de cinzas
alem da tradicional malhação de judas na semana santa.
Mas o tempo passa e o mundo gira e Engenho de Dentro passou a ser também conhecida através da musica de Jorge Ben , o desenvolvimento municipal também passou por aqui com a construção da linha amarela que deixou os moradores bem próximo da praia da Barra da Tijuca.
É o futuro também chegou aqui, o mundo continua a girar e o bairro entrou na era dos esportes e dos grandes eventos ganhando
o Estádio Olimpico, talvez até com a força de um filho ilustre e que muitas glorias teremos pela frente.
O mundo continua a girar e Engenho de Dentro está aguardando por mais conquistas para seus moradores. A.Marques
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E. F. Dom Pedro II (1858-1889) E. F. Central do Brasil
(1889-1957) Refesa (1957-1996) |
ENGENHO DE DENTRO Município de Rio de Janeiro,
RJ |
| Linha do Centro - km
11,398 (1928) |
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C/LC-25 |
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Inauguração: 1873 |
| Uso atual: estação |
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com trilhos |
| Data de construção do prédio atual: n/d |
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| HISTORICO
DA LINHA: Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir
de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo
o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue em 1858, da estação Dom Pedro II
até Belém (Japeri) e daí subiu a serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em
1864. Daqui a linha seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875.
A intenção era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará.
Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro Leopoldo em
1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São Francisco, em 1910. A
ponte ali constrruída foi pouco usada: a estação de Independência, aberta em
1922 do outro lado do rio, foi utilizada por pouco tempo. A própria linha do
Centro acabou mudando de direção: entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi
construído um ramal para Montes Claros que acabou se tornando o final da linha
principal, fazendo com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de
Pirapora. Em 1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde
havia a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador.
Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até Barra do
Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho, estações onde
tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes desta última, porém,
havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica, na estação de Conselheiro
Lafayete. Na baixada fluminense andam até hoje os trens de subúrbio. Entre
Japeri e Barra do Piraí havia o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes
Claros e Monte Azul os trens de passageiros sobreviveram até 1996, restos do
antigo trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe... para
trens cargueiros. |
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| A ESTAÇÃO: A estação de
Engenho de Dentro foi inaugurada em 1873. Era e é onde estavam as
oficinas da Central (depois Refesa). Também está localizado em Engenho de
Dentro o museu da Rede Ferroviária Federal, onde está a mais antiga
locomotiva do Brasil, a Baroneza, que inaugurou a linha de Guia de
Pacobaíba em 1854. |
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 A estação original, c. 1910. Foto do livro Impressões do
Brasil no Século XX |
 A segunda estação de Engenho de Dentro, em 1928. Foto Max
Vasconcellos |
Plataforma da atual (terceira) estação, nos anos 90. Foto E.
F. Brasil |
Cobertura e vista Engenho Dentro
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